O Governo e o setor social assinaram um protocolo no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência para investir 465 milhões de euros em respostas sociais para a infância, as pessoas deficientes e os idosos até 2026. […]
O Primeiro-Ministro apontou duas vantagens de a resposta ser feita através do setor social: «a capilaridade da presença destas instituições em quase todas as freguesias, assegura em que estes investimentos não ficam concentrados, distribuindo-se por todo o País»; o setor social «representa 6% dos postos de trabalho, e aumentar as respostas através destas instituições é criar novas oportunidades para os jovens que entram no mercado de trabalho», sendo estes empregos também distribuídos por todo o País.[…]
Mas «a crise revelou também outros problemas, designadamente na área do envelhecimento, tornando mais evidente a necessidade de articular a resposta social e a resposta de saúde», tal como no emprego, na habitação e «nas respostas de emergência em momento de crise», e revelou também que as transições digital e climática trariam desafios de coesão aos quais importava preparar a resposta.[…]
