O Governo e o setor social assinaram um protocolo no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência para investir 465 milhões de euros em respostas sociais para a infância, as pessoas deficientes e os idosos até 2026. […]

O Primeiro-Ministro apontou duas vantagens de a resposta ser feita através do setor social: «a capilaridade da presença destas instituições em quase todas as freguesias, assegura em que estes investimentos não ficam concentrados, distribuindo-se por todo o País»; o setor social «representa 6% dos postos de trabalho, e aumentar as respostas através destas instituições é criar novas oportunidades para os jovens que entram no mercado de trabalho», sendo estes empregos também distribuídos por todo o País.[…]

Mas «a crise revelou também outros problemas, designadamente na área do envelhecimento, tornando mais evidente a necessidade de articular a resposta social e a resposta de saúde», tal como no emprego, na habitação e «nas respostas de emergência em momento de crise», e revelou também que as transições digital e climática trariam desafios de coesão aos quais importava preparar a resposta.[…]

«A recuperação tem de promover a coesão social» e o PRR tem um conjunto de respostas, que ultrapassam os 30% do plano, «dedicadas às vulnerabilidades sociais, ao reforço da resposta social, do Estado social, da capacidade de retirar população de ciclos de pobreza, mas também de responder às classes médias com condições para que possam concretizar os seus projetos de vida», disse.
Mariana Vieira da Silva destacou o reforço do Serviço Nacional de Saúde: melhorar os cuidados de saúde primários, concluir a rede de cuidados continuados integrados com 5500 novas camas e apoio domiciliário, concluir a resposta na saúde mental. 
PRR reforça SNS “Melhorar os cuidados de saúde primários, concluir a rede de cuidados continuados integrados com 5500 novas camas e apoio domiciliário, concluir a resposta na saúde mental”

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